REPASSANDO UMA MATÉRIA ESCRITA POR FÁTIMA BORGES PEREIRA DO RJ.
 
A miíase come, literalmente falando, os gatos do Campo de Santana, pobres animais cariocas!

E,  para quem não sabe o que é miíase, vou dar seu sinônimo para facilitar, “bicheira”.

       Miíase ou bicheira é a proliferação de larvas de moscas em tecidos vivos. Patologia causada quando a “mosca varejeira ou mosca verde” pousa sobre um ferimento de um animal depositando dezenas de ovos que irão eclodir, transformando-se em inúmeras larvas que se alimentarão de tecido vivo (miíase cutânea) e, que se não forem exterminadas com rapidez, logo, logo, irão cavar verdadeiras galerias sob a pele causando lesões e um incômodo muito grande ao animal, (isto em qualquer animal). As lesões, quando não tratadas, vão tão profundamente que chegam a atravessar a musculatura do animal, atingindo órgãos vizinhos transformando-se em miíase cavitária. Imagine o que não sente um animal neste estado?

As larvas das moscas também podem se proliferar em tecidos não lesados, quando a pele do animal apresenta dermatites exsudativas ( produzem líquidos) mantendo o local úmido.
Também se proliferam em animais que vivem em locais anti-higiênicos, cujos pêlos estejam sempre molhados por urina ou fezes.
Uma das maneiras de se evitar que o animal venha a ter miíase é mantê-lo sempre em locais higiênicos e ter seus ferimentos (caso os tenha), por menor que sejam, tratados e protegidos de moscas.
No caso de gatos, é muito importante castrar, não só a fêmea como também e, principalmente, os machos, pois na luta pelas fêmeas e /ou marcação de territórios, os felinos adquirem ferimentos, por vezes, imperceptíveis, mas que com muita facilidade chegam a miíase.

Se você perceber que seu animal anda lambendo muito uma área determinada do corpo, cuidado! Pode ser o primeiro sinal, esteja alerta e vá observar, pois a miíase é fácil de detectar, cheira mal além de deixar um pequeno orifício na pele. Daí, o melhor a fazer, é procurar imediatamente um veterinário para que seu animalzinho não acabe como os gatinhos abandonados do Campo de Santana, no Centro do Rio de Janeiro. Inclusive, recomendo a todos que queiram ver, exatamente o que ocorre com um animal com miíase avançada, a darem um pulinho neste belo parque, pois apesar de todos os esforços da veterinária Drª Andréa Lambert, que há muito tempo vem tratando, cuidando, resgatando e tentando adoções dos animais que recupera, é humanamente impossível que uma pessoa, mesmo se desdobrando como o faz a Drª Andréa, consiga resolver as tragédias diárias a que são submetidos estes pobres felinos, principalmente, sem nenhum apoio da Secretaria Especial de Promoção e Defesa Animal – SEPDA. Secretaria criada pelo prefeito que, continuo afirmando ´de uma inutilidade sem precedentes` haja visto as matérias do jornal O GLOBO  de 15/04/04 e 16/04/04.
E, como se não bastasse terem “os olhos furados”, “patas quebradas”, “rabos queimados”, etc., por pessoas desumanas, estes animais esperam há meses pelos pequeninos abrigos ( solicitados pela Drª. Andréa  ao Presidente da Fundação parques e jardins) que já deveriam ter sido colocados entre as folhagens para que, pelo menos, pudessem se abrigar das chuvas e, com isso, diminuir o sofrimento dos animais abandonados diariamente famintos, doentes e desprotegidos, contando apenas com esta veterinária e alguns voluntários.
Se você quiser ajudar os gatos do Campo de Santana, os gatos do jardim do Méier, os gatos do Hospital Souza Aguiar, etc., entre em contato, pois, até as campanhas de conscientização prometidas pela Secretaria de Promoção e Defesa Animal não foram feitas até hoje. Já ouvi dizer, que, agora, faltando apenas quatro meses para as eleições Municipais, estarão no Campo de Santana, castrando. Fico me questionando:
- Será?  Castrando? Só? Por que será?
A Dra. Andréa, já faz isso há muito tempo e muito mais!
Por: Fátima Borges Pereira – Vice-presidente da Ong DAAJ (Defesa Animal e Apoio Jurídico), Artista Plástica, Poetisa, Professora de teatro infantil e de português. 
AA – Alma Animal : Caixa Postal 70595, Rio de Janeiro, CEP: 22741 - 970   
Para socorrer os gatos entre em contato com:
Drª. Andréa Lambert , tels.:  2567-9516 – 9632-8115
Site:
http://gatosdocampodesantana.kit.net 
FONTES: http://www.vidadecao.com.br/gato/index2.asp?menu=miiasegato.htm

http://gatosdocampodesantana.kit.net/regatados.htm


Escrito por Cisne às 13h23
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Trabalhando imagem...

imagem original


Trabalho 01

 
Trabalho 2 


Escrito por Cisne às 01h20
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Uma montagem:
 


Escrito por Cisne às 01h18
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Gato doméstico surgiu 9.500 anos atrás

PARIS, 8 abr (AFP) - O homem domesticou o gato cerca de 9.500 anos atrás, mais de cinco mil anos antes do que se acreditava, dizem cientistas franceses com base na descoberta do esqueleto de um ancestral do felino em Shillourokambos, uma cidade neolítica da ilha de Chipre. As conclusões serão publicadas na edição deste sábado da revista científica americana Science.

Enterrado numa cova rasa, a apenas 40 centímetros dos restos de um humano de 30 anos, o gato, que tinha oito meses, pode ter sido um membro querido de um lar da Idade da Pedra.

Até agora, acreditava-se que os primeiros gatos tinham sido domesticados no Egito antigo, no máximo 1.900 a.C, e que o primeiro felino teria sido introduzido por humanos no Chipre 8.500 anos atrás. "Isto não só retarda em cerca de um milênio a evidência da presença dos gatos no Chipre, mas também dissipa todas as dúvidas de que o homem e o gato tiveram uma relação muito forte, pelo menos simbolicamente", disse o coordenador da pesquisa, Jean-Denis Vigne, um arqueozoólogo do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) francês.

O que intriga os pesquisadores foi a descoberta do esqueleto completo, o que indica que o gato foi enterrado deliberadamente.

A tumba humana continha objetos de valor e oferendas - ocre, pedras polidas, machados e ferramentas de pedra.

Não foram encontrados sinais de que o animal tivesse sido abatido para servir de alimento ou que seu corpo tenha sido deixado ao relento, pois desta forma os ossos teriam sido encontrados ao redor do local.

"O enterro de um gato completo, sem nenhum sinal de abate nos faz lembrar dos enterros humanos e enfatiza o animal como indivíduo", destacou a equipe.

"O jovem fato pode ter sido morto a fim de ser enterrado ao mesmo tempo com o humano", continuaram.

Descobertas em sítios neolíticos do Oriente Médio, na Síria moderna, na Turquia e em Israel revelaram desenhos inspirados em felinos, o que sugere que os animais tinham um status especial, que perdura até hoje, mesmo que não existissem evidências de que na época foram animais de estimação.

Provavelmente os gatos foram capturados da vida selvagem nos primeiros estágios da agricultura, quando os humanos deixaram de ser caçadores e coletores e se tornaram fazendeiros.

Ao estocar grãos, estes primeiros agricultores atraiam ratos. Ter um gato por perto resolvia o problema com roedores.

A domesticação dos cães é mais remota. Não há dúvidas de que a razão foi a de que o cão era usado por humanos para caça e para a guarda. O registro da ligação entre cães e humanos remete-se a sítios em Israel, de 14.500 anos atrás.
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Legião Urbana

A Canção Do Senhor Da Guerra
(letra e música: Renato Russo)

Existe alguém esperando por você
Que vai comprar a sua juventude
E convencê-lo a vencer

Mais uma guerra sem razão
Já são tantas as crianças com armas na mão
Mas explicam novamente que a guerra gera empregos
Aumenta a produção

Uma guerra sempre avança a tecnologia
Mesmo sendo guerra santa
Quente, morna ou fria
Pra que exportar comida?

Se as armas dão mais lucros na exportação
Existe alguém que está contando com você
Pra lutar em seu lugar já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer

E quando longe de casa
Ferido e com frio o inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando novos jogos de guerra

Que belíssimas cenas de destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação
Veja que uniforme lindo fizemos pra você
E lembre-se sempre que Deus está
Do lado de quem vai vencer

O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças

Escrito por Cisne às 01h17
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Universo paralelo
Pacientes de terapia de regressão afirmam ter visto o
espaço entre uma vida e outra. Esses relatos levam espiritualistas, professores, médicos e estudiosos
a se debruçarem sobre o assunto

Celina Côrtes e Rita Moraes

  Fotos: Alexandre Campbell

A possibilidade de vida e morte serem mais do que processos biológicos, a existência da alma e a idéia de viver várias vezes são temas que agitam discussões filosóficas e religiosas desde tempos remotos. Os tibetanos, os egípcios e os hebreus da antiguidade tinham cada um a sua versão para o que acontecia depois da morte. Em todas as culturas e mitologias, há referências sobre essas questões que sempre permearam a busca de identidade do ser humano. O assunto polêmico também agita o meio científico. Muitos estudiosos se dedicam a desvendar em laboratório o misterioso mundo do além. No final de outubro, cientistas e religiosos se reuniram em Brasília no congresso Discutindo a Morte e a Vida após Ela, organizado pela Legião da Boa Vontade (LBV). Em pauta, estudos e análises de físicos e matemáticos
de possíveis evidências registradas a esse respeito, como as visões descritas por pacientes em estado terminal, de quase morte ou coma.
“Há uma tese que diz que são alucinações geradas pela falta de oxigênio no cérebro. O problema é que existem apenas evidências e não provas desses fenômenos. E eles podem ter explicações alternativas apesar de se repetirem da mesma forma em vários lugares do mundo”, diz Waldyr Rodrigues, professor da Unicamp, matemático e doutor em física pela Universidade de Torino, na Itália, um dos palestrantes do congresso.

O professor lembra, no entanto, que as verdades científicas são
às vezes efêmeras – o que é absolutamente certo hoje pode deixar
de ser amanhã. “Muitas teorias são aceitas sem uma rigorosa avaliação só por virem de profissionais de prestígio. Ouvimos recentemente a tese de que o universo seria finito e teria a forma de dodecaedro. A topologia do universo é também uma coisa que não se pode provar, apenas deduzir. Por isso, erra quem diz que só acredita no que a ciência pode mostrar”, afirma ele. A contribuição dos espiritualistas passa pela busca de formas contundentes para a aceitação do transcendental, como a gravação de vozes e até de imagens de espíritos.

Mas, enquanto os religiosos e os cientistas tentam “apalpar” esse mundo imaterial, outros querem é saber o que é que se faz por lá. Há cerca de 40 anos, em alguns consultórios de psicologia o assunto passou a ser considerado aceitável devido aos relatos de pacientes submetidos à terapia de vidas ou vivências passadas. No tratamento, eles são levados, por indução hipnótica ou relaxamento, a reviver memórias traumáticas de supostas reencarnações. Um vasto campo de pesquisas foi aberto pela menção da experiência em vários corpos e, passada a primeira fase de perplexidade, surgiu o interesse pelo que chamam de entrevidas – período entre uma encarnação e outra. Se o ser humano vive várias vidas, o que faz entre uma e outra? Segundo os pacientes, se prepara para a nova empreitada na Terra. Muitos são levados a hospitais, outros a centros de recuperação e estudos. Eles descrevem com riqueza de detalhes os estados emocionais, conflitos e encontros com familiares ou seres mais evoluídos. O estágio no além foi um dos temas abordados no Primeiro Congresso Mundial de Terapia Regressiva, realizado na Holanda em junho, que reuniu 230 representantes de associações e institutos de terapia de regressão de vários países. E sobre essa etapa espiritual também versa o recém-lançado livro Nascer, morrer, renascer (Editora Record, 240 páginas, R$ 36), da terapeuta carioca Célia Resende, 51 anos, que traz relatos de sete pacientes.

Carlos Magno  
Alexandre afirma ter sido atendido num hospital  

Evolução – No congresso europeu, o tema foi proposto pela psicóloga americana Linda Backman, 56 anos, que trabalha há nove com terapia de vidas passadas e há dois com o entrevidas. A psicóloga pesquisou pormenores desse período, pedindo a seus pacientes que observassem, por exemplo, como se viam. E a novidade apresentada é que a evolução da alma pode ser aferida por sua cor. “As mais evoluídas vão do azul ao púrpura”, afirma. No consultório da terapeuta carioca Célia Resende, acessar o entrevidas não é uma regra. Alguns pacientes vão de uma vida para outra sem mencionar esse intervalo. Mas ela explica que a vida e a morte tanto quanto esse período fazem parte de uma consciência global. “A vida atual, as passadas e o entrevidas são apenas etapas de experiências da consciência, alma ou espírito”, sugere.

Em seu livro, aparece uma visão detalhada do além. De acordo com o relato de seus pacientes, há locais de natureza exuberante e prédios
com equipamentos médicos e de comunicação altamente sofisticados. “Eles falam de avançadas máquinas usadas na cura e regressão de memória aplicada para ajudar no autoconhecimento que antecede cada reencarnação”, explica. As cidades espirituais possuem estações de transição e hospitais para acolhimento dos que chegam, situadas sobre diversas regiões do planeta. Há também o que denomina de Centro de Pesquisas da Consciência, onde o espírito vê projetados em uma tela os fatos traumáticos de encarnações anteriores. “Os orientadores também ajudam a visualizar mentalmente, como fazem os terapeutas de vidas passadas”, esclarece.


Escrito por Cisne às 15h29
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A descrição do entrevidas mostra que também, e principalmente, as decisões de aperfeiçoar as relações conflituosas são tomadas nesse período. O estudante carioca Alexandre Maia Pastore, 24 anos, procurou o atendimento em 2001 devido a dificuldades nos estudos, mas acabou por desfazer alguns nós emocionais. Ele não tinha amigos nem namorada e seu relacionamento com os pais era difícil. Na terapia, descobriu que em outra vida, por coincidência, foi irmão adotivo de seu atual pai e teria fugido com a mulher dele, que é sua mãe na vida atual. “Guardava um grande sentimento de culpa e não conseguia manter um relacionamento. Agora, estou namorando e entrei na faculdade de cinema”, comemora. Ele conta que, após a morte nessa encarnação, foi recebido pelo irmão traído, que havia morrido antes dele e já o perdoara. “Ao reviver esse momento, consegui me perdoar”, lembra. Depois, foi para um hospital. “Lá havia vários aparelhos estranhos. Fiquei me recuperando até que me disseram que eu já estava pronto para voltar”, diz.

Eficácia – Os que passam pela experiência de assumir outras personalidades ficam fascinados em se descobrirem como soldados, sacerdotes ou simples escravos e reviverem suas dores, amores, ódios e fracassos. Mas o que dá credibilidade à terapia é, segundo seus pacientes, a eficácia. A maioria resolve entraves psicológicos ou de saúde que a medicina ou terapia convencional não deram conta de sanar. Alguns chegam preocupados com o fato de as idéias reencarnacionistas não fazerem parte de suas crenças religiosas, mas logo são avisados de que isso não importa para o sucesso do tratamento. Foi o que comprovou a americana Nicole Lerch, 45 anos, criada no protestantismo. Ela sofria de uma tendinite crônica que a impedia de tocar violino. Em 1997, se mudou para o Rio de Janeiro, entrou na Orquestra Sinfônica Brasileira
e se tornou professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas passou um ano sem trabalhar e só se livrou da tendinite com a terapia. Ela se viu como um lenhador que teve o braço esquerdo amputado depois de um grave ferimento. Um encontro no pós-morte contribuiu para que ela apagasse o registro negativo do trauma. “Depois de um entorpecimento, encontrei Ivan, um grande amigo daquela vida. Ele me mostrou que meu braço estava inteiro. Eu tinha sido atingida apenas no físico e não no espírito”, relembra.

Max G Pinto  
Já Elizabeth assistiu a flashes de outras vidas  

Segundo os terapeutas, mesmo que as imagens, sensações e sentimentos despertados durante o processo terapêutico não sejam lembranças reais, e sim formas representativas, elas cumprem a função de trazer para o consciente problemas mal resolvidos e traumas jogados para debaixo do tapete da mente. De qualquer forma, já há um esforço para se comprovar cientificamente se essas memórias são verídicas ou não passam de elaboração mental. Há três anos, o Instituto Nacional de Pesquisa e Terapia Vivencial Peres, de São Paulo, pesquisa o funcionamento do cérebro durante a terapia regressiva. Entre os estudos, um feito em parceria com a Universidade da Pensilvânia monitorou o fluxo sanguíneo no cérebro e revelou que as estruturas mais solicitadas são as do lobo médio temporal e as do lobo pré-frontal esquerdo, que respondem pela memória e pela emoção. A conclusão é que as histórias contadas durante a terapia regressiva não são fruto da imaginação, pois, se assim fosse, o lobo frontal seria acionado e a carga emocional não seria tão intensa.

 
  Livro traz relatos de pacientes

Traumas – O instituto de pesquisas paulista adota um método próprio de regressão, criado pela psiquiatra Maria Júlia Prieto Peres, a terapia reestruturativa vivencial. E, segundo ela, o entrevidas é sempre abordado. “São revistas todas as fases da vida para detectar traumas que possam ter relação com a queixa do paciente. Se ele for para uma suposta vida passada, é conduzido a vivenciar a suposta morte e o suposto período entrevidas”, diz ela. Maria Júlia explica que também é comum a menção de momentos dolorosos neste período. Sentimentos como solidão, abandono, tristeza, ódio e paixão permanecem intactos no além. Mas há também a referência a amigos, familiares e desconhecidos iluminados. “Alguns falam de seres benéficos, outros de uma luz ou energia boa que os conduz a locais de repouso e recuperação”, diz a psiquiatra. Também são descritas a visão do próprio velório e enterro e a permanência entre os vivos.

Quem viveu essa experiência foi a professora Elizabeth de Melo Massaranduba, 48 anos, de São Paulo, que procurou a terapia para curar crises de pânico. Separada, ela tinha que tomar conta sozinha dos dois filhos. Trabalhava em dois empregos e não aceitava a situação. Descobriu que a revolta era um traço reincidente em sua trajetória espiritual. Em uma de suas vidas, ela era o dono de um palácio que morreu esfaqueado, mas ficou no prédio atormentando seus moradores. “Eu não me conformava com a morte e só saí de lá coagida. Dois homens de branco me carregaram pelos braços. Eu esperneava, dizendo que era amigo do rei e que aquilo não ficaria impune. Cheguei a uma construção arredondada muito diferente. Aí, a imagem se apagou”, conta. Em outra passagem, dois homens mostraram que suas dificuldades faziam parte de um planejamento feito por ela mesma. “Muito sérios, eles me levaram para um lugar amplo e claro. Numa parede, com oito telas, vi flashes de várias vidas. Antes de nascer, eu tinha optado por resgatar algumas faltas e estava renegando isso”, conta ela.


Escrito por Cisne às 15h28
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Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você...
   A idade vai chegando e, com o passar do tempo,nossas prioridades na vida vão mudando... a vida profissional, a monografia de final de curso,as contas a pagar.
   Mas uma coisa parece estar sempre presente... a busca pela felicidade com o amor da sua vida.
  Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?" e a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?".
   Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era.
   Cada namorado era o novo homem da sua vida.
  Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente...PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
   Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
   Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador,  bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite.
   Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó,que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.
   A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes.
   A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
   Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta...e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
   Sem falar na diversidade que vai do Forró ao Beatles.
   Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som. olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora.
   Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
   Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
   Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
   O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
   No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mário Quintana
 

Escrito por Cisne às 11h43
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